quarta-feira, 15 de julho de 2015

PORQUE A COLICA DO RECEM NASCIDO


Cólica de Recém-Nascido
CÓLICA DE RECÉM-NASCIDO

Em pediatria é freqüente aparecer o quadro denominado: cólica de recém-nascido. É um quadro que aparece logo nos primeiros dias de vida e via de regra se estende até o fim do 3º mês. O bebê se põe a chorar com freqüência e tudo o que se faz por ele é insuficiente para aquietá-lo.
Se a mãe amamenta ao seio, ele o rejeito para chorar. Se o pediatra sugere alimentá-lo com mamadeira, ele também a rejeita, e se põe a chorar. Se estiver com a fralda molhada, chora. Trocando-se a fralda também se põe a chorar. Quando se aquece o bebê ele chora. Se o descobrirmos, continua chorando. Se o embalamos ele chora. Se o colocamos no carrinho ou no berço, então chora mais ainda. Enfim, nada está bom para o bebê e ele se retorce de cólicas.
È claro que várias medicações são indicadas, desde anti-espasmódicos até medicamentos fortes que fazem o bebê dormir, mas ainda assim, as cólicas continuam e mesmo com o uso de medicações apropriadas para a pediatria, às vezes, os casos assumem um contexto desesperador.
Os pais “não sabem mais o que fazer”. A mãe, especialmente, se sente incapaz e muitas vezes até se sente culpada, pois como mãe não é capaz de aclamar o bebê. Ela não é capaz de “entender” o bebê. Ela sente que a situação se torna incontrolável.
Quando a cólica de recém-nascido ocorre, sabemos que estamos frente a um caso onde “tem vó por perto”. As cólicas de recém-nascido ocorrem, na quase totalidade, com “mães de 1º filho”, onde existe a proximidade de uma avó ( mãe ou sogra da mãe do bebê), a qual tem grande experiência em criar vários os bebês (são avós que tem vários filhos, passaram pela experiência da maternidade várias vezes e adquiriram grande experiência com bebês; elas sabem tudo sobre bebês).
A mãe do bebê que tem cólica, está atravessando sua primeira experiência com bebês. Ela tem dúvidas, que são naturais. Às vezes se sente insegura quanto ao que fazer ou quanto à melhor conduta a tomar. No entanto, como a avó tem grande experiência, ela começa a dizer “o que deve ser feito”. A mãe do bebê, sem perceber, se compara com a “sabedoria” da avó e percebe que a aquela diz o que deve ser feito de modo seguro. A mãe do bebê compara a sua insegurança com a segurança da avó. Passa a aceitar os “conselhos” da avó e aos poucos acaba fazendo somente o que a avó está dizendo para ser feito. Assim, a mãe vai sentindo que não consegue fazer o que quer.
A mãe do bebê passa a ter medo de fazer algo e ser criticada, pela avó ou por seu marido. A mãe do bebê entra num estado de tensão, insegurança, aborrecimento e insatisfação tão grande que passa toda essa energia ruim para a criança. Em meio a tudo isso a criança continua chorando mais e mais.
Nestes casos, de cólica de recém-nascido, é comum que a mãe adentre o consultório carregando a sacola do bebê, e a avó, entra com o bebê no colo, embalando-o. A avó se mostra como se fosse a mãe do bebê. Amãe se parece com uma auxiliar que apenas carrega a sacola.
Durante a consulta, é comum a avó (que permanece com a criança no colo) responder às perguntas do médico. Muitas vezes a avó diz ao médico: “-Desculpe eu estar respondendo Doutor, mas é que eu sei melhor o que a criança sente, pois eu tive vários filhos e tenho muita experiência, de modo que posso informar melhor”.
È necessário esclarecer a mãe sobre o que está ocorrendo. É preciso explicar detalhadamente o que se passa na relação mãe-filho-avó-família. É preciso que a mãe entenda seus sentimentos e que os aceite. A mãe precisa entender que o que está ocorrendo não pode ser resolvido através do modo verbal. É uma questão de energia e das emoções que estão interagindo em sua casa.
Encorajamos a mãe a “assumir” o bebê. Em outras palavras, mostramos a ela que o bebê “é seu”. A avó já teve os dela. Agora é a vez da mãe. É hora de criar o “seu” bebê. Ela deve cuidar dele segundo os seus próprios desejos, mesmo que algo possa sair errado. É preciso manter a avó na distância correta. É preciso que a mãe aceite e não se importe com as críticas.
Quando a mãe se conscientiza do que está ocorrendo, do seu papel de mãe, de sua insegurança e assume as responsabilidades por suas próprias opções, a cólica de recém-nascido desaparece em poucos dias.

                                                                                         BJS.

PORQUÊ DO CHORORÓ?

Bebê recém-nascido chorando - Foto: leungchopan/ShutterStock.com
"Embora os recém-nascidos possuam uma gama de sinais vocais, os pais prestam mais atenção ao choro, provavelmente porque eles estão mais ligados aos sinais de desconforto - e porque o som, por si só, seja tão desconcertante.O choro é claramente o pico mais alto do despertar de um bebê, numa escala que vai do sono profundo ao estado de alerta máximo.

O choro, de acordo com o especialista em vocalização infantil Peter Wolff, aparece como parte do comportamento do bebê dentro de meia hora após o nascimento e permanece estruturalmente consistente até entre o segundo e o sexto mês de vida, dependendo do bebê (depois disso, o repertório do choro expande-se). Neste ponto, 3 tipos de choro podem ser distinguidos:
- choro de raiva, quando um grande volume de ar passa pelas cordas vocais;
- choro de dor, quando começa subitamente, sem aumentar de forma gradativa e inclui longos períodos nos quais o bebê segura o fôlego;
- choro de frustração (os pesquisadores obtêm esse choro facilmente ao colocar uma chupeta na boca do bebê e retirá-la repetidamente).


Alguns pais percebem uma mudança no choro do bebê por volta de 3 meses. Muda de choro "expressivo", quando todos os choros parecem o mesmo, independentemente do problema, para um choro "comunicativo", mudando de acordo com a situação.A mudança faz sentido porque um somatório de mudanças físicas e especialmente neurológicas acontecem no cérebro do bebê por volta dos 3 meses (sugerindo que bebês humanos nascidos a termo nascem na realidade 3 meses prematuros, segundo aspectos biológicos). Ronald Barr explica que o choro começa na vida como uma reflexão do estado do bebê e torna-se, através de aprendizado e reforço, mais uma questão de comunicação entre o bebê e as pessoas que cuidam dele.Bebês também reclamam, o que é uma expressão arrítmica de infelicidade, um choro forçado que vem em pulsos, cheio de pausas e inalação de ar. Como qualquer pai e mãe sabem, reclamação, embora irritante, não é aquele berro desesperador e exigente.Em média, um bebê ocidental chora 22 minutos por dia nas primeiras 3 semanas de vida e 34 minutos por dia até o final do segundo mês. O choro gradualmente diminui para 14 minutos por dia por volta de 12 semanas de vida. Esta curva do choro, com choros freqüentes durante as primeiras 8 semanas de vida e diminuição após as próximas semanas e meses é encontrada tanto em bebês ocidentais quanto nos bebês de tribos isoladas na África. Um estudo entre bebês coreanos não encontrou tal padrão.

Universalmente, bebês tendem a chorar mais no final da tarde do que em qualquer outra hora do dia.No início da vida, os bebês choram por fome, necessidade de contato físico ou por frustração. As mães muitas vezes ouvem o choro de frustração como um "choro falso" porque o bebê não está com fome, nem há nada de errado com ele. Mas o fato é que NÃO EXISTE CHORO FALSO. O bebê está chorando por precisar de algum contato - interação pessoal e social, ou porque está entediado.Alguns desses choros e vocalizações são claramente precursores da linguagem.Por volta do segundo mês de vida, choro, reclamações e vocalizações (gritinhos) tornam-se sessões de treinamento vocal. Quando reclamando, principalmente, os bebês inventam sons novos. Logo tais vocalizações rapidamente se diversificam e o bebê começa a conduzir conversas privadas consigo mesmo, ouvindo a própria voz.
Quando os pais falam com o bebê usando voz infantilizada (e estudos mostram que isso é presente em todas as culturas), análises espectrográficas mostram que, embora os bebês não possam imitar os sons por muitos meses, desde os primeiros meses de vida eles tentam responder usando seu limitado repertório vocal. É importante falar com o bebê, parar e dar tempo para que ele possa responder.

Nas nações industrializadas ocidentais, os pais deduzem que o choro do bebê está primeiramente e essencialmente ligado à fome. De fato, algumas mulheres nessas culturas freqüentemente interrompem a amamentação e passam a dar leite artificial ao bebê porque acreditam que o choro excessivo significa que o bebê não está recebendo nutrição suficiente através do seio.Pesquisadores sabem que o choro no início da vida tem uma ampla espectro de funções. Pode ser controlado por vários métodos e comida não é sempre a solução.
 Nos anos 60, numa era em que pais americanos eram instruídos a deixarem seus bebês chorando, Wolff fez uma série de experimentos para descobrir o porquê de esses bebezinhos serem tão infelizes. Ele tentou dar uma chupeta para determinar se gratificação oral, sem nutrição, acalmaria um bebê aos berros. Funcionou. Ele depois testou uma série de bebês com fraldas molhadas. Ele punha fraldas secas em metade deles e molhadas na outra metade. Ambos os grupos eram acalmados e não pareciam ligar se a fralda estava molhada ou não. Wolff concluiu que os bebês simplesmente apreciavam o estímulo e a sensação física de estarem sendo trocados. Ele questionou a idéia de que os bebês choravam de frio. Testou e viu que os bebês colocados em berços frios choravam mais freqüentemente, indicando que o calor pode reduzir o choro.


                                                                                                                   BJS.



terça-feira, 7 de julho de 2015

MOTIVO DO BEBE CHORAR TANTO




QUAL MOTIVO O BEBE CHORA TANTO(RN)

Barriguinha cheia? Sim. Fralda limpa? Sim. Sem febre? Sim. Colinho de pai ou de mãe? Sim. Então por que o bebê ainda está chorando? A verdade é que os bebês têm lá os seus próprios motivos, e nem o mais sábio dos pais consegue ler suas mentes na falta de palavras. 

ALGO PARA CHUPAR

O ato de sugar tem o poder de estabilizar a frequência cardíaca do bebê, relaxar seu estômago e acalmar aqueles movimentos desordenados de braços e pernas. Ofereça uma chupeta  e deixe-o sugar.

ENROLE


Recém-nascidos gostam de se sentir tão aquecidos e seguros quanto quando estavam dentro do útero. Experimente enrolar seu filho em um pano apropriado, colocá-lo em um canguru ou segurá-lo bem aconchegado no colo, para tentar recriar aquela atmosfera uterina. Alguns bebês não gostam de ser enrolados porque se veem contidos demais e preferem outras maneiras de conforto, como ficarem em constante movimento. 

MUSICA E RITMO


Toque uma música suave, cante uma canção de ninar ou até a sua música favorita, e movimente-se pela casa. Varie os estilos musicais até encontrar aquele ao qual seu filho responde melhor. 

RUÍDOS


O barulho de um aspirador de pó pode não parecer muito acolhedor, mas a maioria das crianças se acalma com o som contínuo do chamado ruído branco (aquele som de TV ou rádio fora do ar), que bloqueia outros sons e lembra o barulho constante dos líquidos dentro do corpo da mãe. 


AR FRESCO


Às vezes simplesmente abrir a porta da frente ou sair para o ar fresco por uns minutinhos faz o choro acabar imediatamente. Se der certo, aproveite sua chance: dê uma voltinha, olhe para o céu, converse com seu filho sobre o mundo ao redor de onde vocês vivem. Seja uma rua bem calma ou uma movimentada avenida de cidade grande.


ÁGUA MORNA 


Assim como ar fresco, água morna muitas vezes faz milagres para relaxar e pôr fim às lágrimas do bebê. Você dar um banho de imersão na própria banheirinha de todos os dias, no balde, caso ele esteja acostumado, ou então experimentar levá-lo nos seu braços para debaixo do chuveiro (sem abrir demais a água). Não force se seu filho não gostar do barulho ou da água espirrando. Mas alguns bebês adoram a sensação. Cuidado para você não escorregar. 

MOVIMENTOS


O vai-e-vem de ser carregado nos seus braços ou no carrinho muitas vezes já é suficiente para ninar o bebê. Outras formas de mantê-lo em movimento são colocá-lo em uma cadeira de balanço (destas feitas especialmente para bebês, com cinto e proteção adequados), sair para passear pela rua de carrinho ou, em casos mais emergenciais, levá-lo para uma volta de carro, devidamente preso na cadeirinha do carro. Há bebês que preferem o movimento de "tremer" ao do balanço. Experimente tremer de leve o carrinho para ver se ajuda. Cada criança gosta de um ritmo. Descubra qual é o ritmo preferido da sua. 

MASSAGEM


A maioria dos bebês adora uma massagem. Não se preocupe com "técnicas", já que o importante é massageá-lo de maneira delicada e sem pressa, para causar uma sensação bem gostosa no corpinho dele. 

PAUSA PARA MAMAR


Um bebê que chora o tempo todo acaba provocando grande estresse nos pais. A boa notícia é que, à medida que ele cresce, conseguirá se acalmar melhor sozinho e o choro finalmente ficará para trás. Mas até que esse dia chegue, não fique se culpando por querer um tempo para você também. Pelo contrário, um intervalo para recobrar as forças fará de você um adulto mais paciente e pronto para amar o seu filho com toda a sua energia. Quando sentir que está chegando ao seu limite, experimente seguir as seguintes sugestões:

  • Coloque o bebê em um local seguro e deixe-o chorar um pouquinho
  • Ligue para um parente ou amigo e peça ajuda
  • Deixe alguém que você confia cuidar do bebê por algumas horas
  • Toque uma música suave para distrair os seus pensamentos
  • Lembre-se de que o choro em si não fará mal para o bebê e que talvez ele só precise "desabafar"
  • Repita para si mesmo que um dia essa fase acabará


É importante saber que nunca se pode dar um chacoalhão no bebê, um que seja, porque o cérebro e o pescoço de uma criança pequena são muito frágeis e uma única sacudida brusca pode até matar. 

 

                                                             BJS

sábado, 27 de junho de 2015

QUAL O TIPO DO SEU MAMILO?



Qual é o tipo do seu mamilo?

Provavelmente, você nunca tinha reparado como são os seus mamilos... Até engravidar! Pois saiba que existe mais de um “modelo” – e isso faz diferença na hora de amamentar.

Responda rápido: você sabe qual o tipo do seu mamilo? Se ficou em dúvida, relaxe, a maioria das mulheres precisa conferir por baixo da blusa antes de responder à pergunta. E ainda assim não tem certeza da resposta, porque, até chegar a hora da amamentação, o detalhe passa despercebido. “A verdade é que cerca de 90% das mulheres possuem o mamilo normal, também chamado de protruso”, diz o pediatra Luciano Borges Santiago, presidente do departamento de aleitamento materno da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Esse tipo tem a forma ideal para amamentar, pois o bico fica em relevo em relação à aréola (círculo de coloração mais escura ao redor do mamilo) e enrijece durante a amamentação, facilitando a pega do bebê. Em algumas mães, ele é mais comprido, em outras, curto. Também pode ser estreito ou largo.
O restante das mulheres, no entanto, apresenta um mamilo plano ou invertido. No primeiro caso, como sugere o nome, ele não se sobressai da aréola. E o último encontra-se virado para dentro, como se fosse o umbigo. Existe ainda o pseudoinvertido, ou seja, parece invertido, mas se projeta para fora ao ser estimulado (com o toque ou o frio, por exemplo). Os tipos plano ou invertido podem apresentar alguma dificuldade para a mãe amamentar, já que o mamilo, ao tocar o céu da boca do bebê, facilita a sucção. “Mas ainda assim eles não são um limitador, desde que a criança aprenda a fazer a pega corretamente”, diz Santiago. Ela tem de aprender a abocanhar não apenas o bico, mas também boa parte da aréola. A boquinha deve estar bem aberta, com o lábio inferior voltado para fora e o queixo encostado na mãe. “Se o mamilo for invertido, de fato, vai dar mais trabalho ao bebê.
Ainda está em dúvida sobre o seu tipo?
 Faça um teste simples: usando o dedo indicador e o polegar, crie um “C” com a mão e aperte a aréola. Se o mamilo se projetar para fora, é normal ou pseudo invertido. Se não acontecer nada, é plano. Caso se vir e para dentro, é invertido. Nesses dois últimos exemplos, seu obstetra pode sugerir, a partir do sexto mês de gestação, o uso de algum acessório, como conchas preparatórias e corretores de mamilo, ou exercícios para facilitar que o bico do seio se forme. O mais conhecido deles é a manobra de Hoffman, que consiste em puxar simultaneamente a pele das aréolas com os polegares para os lados (um para o lado direito e o outro para o esquerdo) e depois para cima e para baixo várias vezes ao dia. Mas tudo isso se o seu médico julgar mesmo necessário nas consultas de pré-natal, pois as mudanças hormonais que acontecem durante os nove meses já preparamos mamilos para o aleitamento. “Eles ficam mais protuberantes, espessos e escuros para proteger os seios de fissuras”.

Identifique o seu mamilo

Normal ou protruso
Com bico proeminente, fica rígido quando estimulado. Se for muito largo, o bebê pode fazer a pega de maneira errada, sugando apenas o mamilo – o que pode causar fissuras. Caso isso aconteça, vale dar de mamar em mais de uma posição, para evitar que a criança toque a fissura toda vez, ou ordenhar o leite e oferecê-lo em um copinho.

Plano
Não é nem “para fora” nem “para dentro”. Se for o seu tipo, use conchas preparatórias para formar o bico desde a gestação. Ou, antes de amamentar, “pince” a aréola com os dedos. As duas coisas vão ajudar a formar um mamilo. Atenção: se a mama estiver muito cheia, ela parece plana. Ordenhe um pouco o leite que o mamilo “aparece”.


Invertido ou pseudoinvertido
Também chamado de umbilicado, é voltado para dentro. O bico pode ser “extraído” aos poucos com as mesmas técnicas usadas no caso dos planos. É o que gera mais obstáculos para amamentar, já que o leite não sai com facilidade. O pseudoinvertido tem a mesma aparência. Mas ao ser estimulado, fica proeminente e, assim, o bebê mama sem problemas.

Bico normal, plano, comprido ou invertido?

Amametação - Bico normal, plano, comprido ou invertido?



Acessórios úteis
Conchas: são formadas por duas partes redondas feitas de plástico rígido, colocadas embaixo do sutiã. A que fica em contato com o seio tem um furo para encaixar o mamilo e pressioná-lo para fora. Já a que se fixa sobre essa tem espaço para, no pós-parto, coletar o excesso de leite (que deve ser descartado) e furos de ventilação. As conchas ajudam a corrigir o mamilo invertido ou plano desde a gravidez e têm de ser lavadas e fervidas diariamente. Use-as o quanto quiser, mas retire-as para dormir.
Corretor de mamilo: funciona como uma bomba que “suga” o mamilo. Pode ser usado todos os dias por baixo do sutiã, por até duas horas.
Bicos de silicone: deve ser usado durante a amamentação, caso os seios tenham fissuras dolorida sou o bebê não consiga sugar. Mas eles devem ser sua última alternativa, uma vez que a criança pode confundir os bicos e recusar o da mãe depois.

Cuidados para evitar rachaduras durante a amamo:

  • Procure manter os mamilos aerados sempre que possível
  • Mantenha o sutiã sempre seco
  • Tente tomar sol entre as 9h e 10h da manhã nos mamilos por 5 minutos
  • Espalhe uma gota de leite no bico ao final de cada mamada
  • Não limpe com óleo, água boricada ou pomadas
  • Não lave o mamilo com frequência, a água pode retirar a proteção natural da pele.
  • Após a mamada, tire o bebê do peito com cuidado, se ele estiver dormindo e você puxá-lo, o pequeno poderá morder o mamilo por reflexo.
  • Evite usar cremes e sabonetes sobre o mamilo. "A mãe pode até usar algum creme, geralmente, à base de semente de uva, para evitar estrias na mama. Porém nunca na aréola."
Evite Rachaduras durante a amamentação Discos Térmicos NUK

Concha de amamentação NUK

Se a fissura já apareceu o ideal é que a mãe continue amamentando, passe o próprio colostro na aréola, pois tem uma ação bactericida e hidratante e manter os mamilos secos é fundamental para a boa cicatrização, também é indicado o uso de conchas de silicone sob o sutiã, as conchas evitam o atrito com o tecido do sutiã (elas devem ter a base de silicone para não machucar e furos para garantir a ventilação dos mamilos). Banhos de Sol de 10 a 15 minutos, das 7 às 10 horas e após as 15 horas, são indicados tanto para prevenir como para tratar as fissuras.






BJS!



terça-feira, 23 de junho de 2015

DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL




OBSERVE ABAIXO;ESTES SÃO OS PONTOS QUE MEXEMOS EM UMA DRENAGEM COM ISSO ESTIMULANDO NOSSA CIRCULAÇÃO.            



                                   




NA GESTANTE E NO IDOSO ESTA DRENAGEM VAI FUNCIONAR COMO RELAXANTE.

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BOM DIA



domingo, 21 de junho de 2015

AMAMENTAÇÃO



AMAMENTAÇÃO

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É conveniente evitar o leite de vaca no primeiro ano de vida, devido a um maior risco de desenvolvimento de alergia alimentar. A alergia alimentar ou alergia à proteína heteróloga pode ser desenvolvida a qualquer proteína introduzida na dieta habitual da criança. A mais freqüente é em relação à proteína do leite de vaca, pelo seu alto poder alergênico e pela precocidade de uso por crianças não amamentadas ou em aleitamento misto (leite materno e outro leite). O desenvolvimento da alergia alimentar depende de diversos fatores, incluindo a hereditariedade, a exposição às proteínas alergênicas da dieta, a quantidade ingerida, a frequência e a idade da criança exposta.
O que mais diferencia o leite de vaca do leite materno (LM) é o tipo e a quantidade de proteínas: o leite de vaca possui três vezes mais proteína que o LM, sobrecarregando os rins quando consumido em alta quantidade, aumentando a excreção de cálcio pela urina e causando mais cólica. O leite de vaca possui ainda uma proteína potencialmente alergênica, a betalactoglobulina.



                                                                                                                                                    BJS